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Pessoas com comorbidade já podem tomar dose de reforço bivalente contra Covid-19

03 de abril de 2023

ebcPessoas entre 12 e 59 anos com comorbidades já podem receber a dose de reforço contra a Covid-19 com as vacinas bivalentes. A recomendação do Ministério da Saúde, divulgada no último sábado, 1º de abril, é para quem já recebeu ao menos duas doses de vacinas monovalentes como esquema primário. A estimativa é que sejam contempladas nesta nova fase cerca de 9 milhões de pessoas que se encaixam no grupo com cerca de 20 tipos de comorbidades.

A inclusão desse grupo se soma ao público prioritário que pode receber as doses da vacina bivalente. A nova recomendação é baseada na orientação do Grupo Consultivo Estratégico de Especialistas em Imunização, da Organização Mundial da Saúde (OMS). Para receber a dose da vacina bivalente a pessoa deve respeitar o intervalo mínimo de quatro meses da última dose recebida. Quem ainda não completou o ciclo vacinal ou está com alguma dose em atraso, pode procurar uma unidade de saúde para se vacinar, mesmo que não esteja no grupo prioritário.

A CNM alerta aos Municípios para realizar campanhas educativas para a população antes de iniciar a aplicação da vacina. A entidade promoveu uma campanha denominada Municípios vacinando o Brasil contra a volta de doenças, ocasião em que convocou as prefeituras e pediu apoio para que fosse feita uma mobilização nacional pela imunização da população. No site da campanha, é possível baixar materiais que podem ser utilizados em formato digital ou impresso. Eles estão em alta resolução e podem ser compartilhados por todos. A entidade ainda publicou um estudo em que mostra preocupação com a baixa cobertura vacinal.

O Ministério da Saúde lançou o Movimento Nacional pela Vacinação para resgatar na população brasileira a confiança nas vacinas para que o Brasil volte a ser referência mundial em altas coberturas vacinais. A pasta reforça que as vacinas são seguras, eficazes e salvam milhares de vidas em todo o mundo.

 

Foto: Agência Brasil 

Da Agência CNM de Notícias, com informações do Ministério da Saúde